Trago, por meio destas linhas, uma reflexão sobre quem tem mais poder político no Brasil e sobre a importância de compreender esse papel para orientar nossas escolhas nas eleições de 2026.
No país, parlamentares – deputados estaduais, deputados federais, senadores e vereadores – têm entre suas funções fiscalizar, cobrar melhorias de interesse público e discutir e votar leis e projetos. Já os governantes – prefeitos, governadores e presidente da República – administram a máquina pública e colocam em prática ações e políticas que afetam diretamente a população.
Mas quem tem mais poder político? A questão ganha importância quando observamos a relação entre o Congresso Nacional e a Presidência da República. Deputados federais e senadores discutem e aprovam projetos de lei que podem seguir para sanção ou veto presidencial. E mesmo quando há veto, o Congresso pode, dentro das regras constitucionais, derrubá-lo.
Isso mostra que o voto para deputado e senador merece a mesma atenção que damos ao voto para presidente. É comum levarmos em consideração a opinião de prefeitos, vereadores, lideranças ou grupos políticos com os quais temos afinidade. Isso também faz parte da democracia. Mas a escolha não precisa ser feita sem reflexão.
Seja você de esquerda, direita, centro ou qualquer outra corrente política, vote de acordo com suas convicções. Tudo bem se o seu candidato for o mesmo apoiado pelo seu prefeito, vereador ou grupo político. Mas é importante que essa escolha também seja consciente e esteja de acordo com aquilo que você acredita.
Analise propostas, conheça a atuação dos candidatos e faça sua escolha com senso crítico. Afinal, depois das eleições, independentemente de quem tenha recebido nosso voto, todos os representantes devem ser cobrados e lembrados de que estão a serviço da população.
Por Souza Oliveira,
Colaborador.

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